A Política Nacional de Atenção Domiciliar no Brasil: potencialidades, desafios, e a valorização necessária da Atenção Primária a Saúde.

  • Mariana Borges Dias Coordenação Geral da Atenção Domiciliar (CGAD) do Ministério da Saúde do Brasil
  • Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto e Universidade Federal de Minas Gerais http://orcid.org/0000-0001-6780-0377
  • Mônica Regina Macedo Toledo Prado Nunes Associação Brasileira dos Serviços de Atenção Domiciliar
  • Mara Lúcia Renostro Zachi Secretária Municipal de Saúde de Cascavel/PR.
Palavras-chave: Serviços de Atenção Domiciliar, Atenção Primária a Saúde, Políticas Públicas de Saúde

Resumo

Em 2011, o Brasil redefiniu a Política Nacional de Atenção Domiciliar (PNAD) para o Sistema Único de Saúde, reorganizando-a em três níveis: AD1 realizada pelas equipes de Atenção Primária e AD2 e AD3, realizada por equipes de Atenção Domiciliar. O cuidado no domicílio amplia, qualifica e potencializa as experiências de cuidado, promove acessibilidade e auxilia na coordenação do cuidado de pessoas impossibilitadas de comparecer a serviços de saúde. A Atenção Domiciliar modificou o cenário das Redes de Atenção a Saúde no país, com a incorporação de equipes que podem substituir o cuidado hospitalar com qualidade, e complementar o trabalho realizado pela Atenção Primária a Saúde. São discutidas as potencialidades, as fragilidades e os desafios para a consolidação da PNAD no Brasil tendo em vista a necessidade de ampliação dessa modalidade de cuidado e consolidação da integração entre as equipes de Atenção Domiciliar e Atenção Primária a Saúde.

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Biografia do Autor

Mariana Borges Dias, Coordenação Geral da Atenção Domiciliar (CGAD) do Ministério da Saúde do Brasil
Médica. Especialista em Medicina Interna. Coordenadora Geral de Atenção Domiciliar (CGAD)/ Departamento de Atenção Básica/ Ministério da Saúde.
Leonardo Cançado Monteiro Savassi, Universidade Federal de Ouro Preto e Universidade Federal de Minas Gerais

Médico de Família e Comunidade. Doutor em Saúde Coletiva/ Educação em Saúde. Docente das Universidades Federais de Ouro Preto e Minas Gerais. Coordenador do Programa Multicêntrico de Qualificação em Atenção Domiciliar a distância da Universidade Aberta do SUS (UnA-SUS).

Mônica Regina Macedo Toledo Prado Nunes, Associação Brasileira dos Serviços de Atenção Domiciliar
Terapeuta Ocupacional. Presidente da Associação Brasileira dos Serviços de Atenção Domiciliar. Coordenadora da Área de Assistência e Internação Domiciliar da Secretaria Municipal de Saúde de Campinas/SP.
Mara Lúcia Renostro Zachi, Secretária Municipal de Saúde de Cascavel/PR.
Enferemeira. Especialista em Vigilância Sanitária. Assessora da gestão estratégica da Secretária Municipal de Saúde de Cascavel/PR.  Ex- Presidente da Associação Brasileira dos Serviços de Atenção Domiciliar.
Publicado
16-08-2016
Como Citar
1.
Dias MB, Savassi LCM, Nunes MRMTP, Zachi MLR. A Política Nacional de Atenção Domiciliar no Brasil: potencialidades, desafios, e a valorização necessária da Atenção Primária a Saúde. J Manag Prim Health Care [Internet]. 16º de agosto de 2016 [citado 21º de outubro de 2020];6(1):1-. Disponível em: https://www.jmphc.com.br/jmphc/article/view/239